Começa julgamento contra Gerry Adams por denúncias de vítimas do IRA
Esportes
O técnico do Iraque, o australiano Graham Arnold, pediu à Fifa o adiamento da repescagem intercontinental para a Copa do Mundo de 2026, argumentando dificuldades logísticas para o deslocamento de seus jogadores e comissão devido à guerra no Irã.
Política
As eleições legislativas deixaram o Congresso dividido na Colômbia antes das presidenciais de maio, que devem ser uma disputa acirrada entre as forças de esquerda do presidente Gustavo Petro e as da direita de oposição.
Esportes
O São Paulo, um dos líderes do Campeonato Brasileiro, anunciou nesta segunda-feira (9) a saída do técnico argentino Hernán Crespo, sem dar detalhes sobre os motivos ou indicar quem o substituirá.
Tecnologia
A start-up de inteligência artificial (IA) Anthropic processou, nesta segunda-feira (9), várias agências do governo dos Estados Unidos em um tribunal federal da Califórnia para pedir a reversão de sanções impostas à empresa.
Economia
As empresas mexicanas pedem que a iminente revisão do tratado de livre comércio com os Estados Unidos e o Canadá (T-MEC) evite medidas unilaterais, como as tarifas impostas por Donald Trump, que corroem o acordo, segundo um relatório oficial apresentado nesta segunda-feira (9).
Avenida
Uma mulher acusada de disparar um fuzil contra a luxuosa casa de Rihanna em Los Angeles, com a estrela pop dentro da residência, foi presa pela polícia, anunciaram as autoridades nesta segunda-feira (9).
Esportes
Sem Marcelo Moreno e apostando na base da equipe que disputou as Eliminatórias Sul-Americanas, a Bolívia anunciou nesta segunda-feira (9) a lista de 28 jogadores convocados para a repescagem rumo à Copa do Mundo de 2026, que acontece no final do mês, no México.
Avenida
Dois detidos por lançar uma bomba de pregos perto de um protesto antimuçulmano em Nova York no último sábado foram acusados formalmente de crimes "terroristas", após o que declararam à polícia que estavam alinhados ao grupo Estado Islâmico (EI), segundo documentos da acusação.
Política
Gerry Adams, histórico dirigente do partido nacionalista norte-irlandês Sinn Féin, enfrenta a partir desta segunda-feira (9), em Londres, um julgamento movido por três vítimas de atentados do Exército Republicano Irlandês (IRA), que o apontam como um dos responsáveis.
Avenida
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (9) que a Austrália concordou em conceder asilo a algumas jogadoras da seleção feminina de futebol do Irã que se recusaram a cantar o hino nacional enquanto jogavam no país, em meio à guerra no Oriente Médio.
Esportes
A intervenção conjunta dos Estados Unidos e de Israel no Irã representa um sério desafio à solidez da parceria entre Donald Trump e Gianni Infantino, a menos de três meses do início da Copa do Mundo de 2026, embora o conflito não deva alterar profundamente a aliança estratégica dos dois líderes.
Economia
A Live Nation chegou a um acordo com o governo dos Estados Unidos, nesta segunda-feira (9), no caso federal antimonopólio movido contra a gigante americana do entretenimento, anunciou um alto funcionário do Departamento de Justiça.
Política
A escalada dos preços do petróleo acima dos 100 dólares o barril impactou fortemente os mercados e as bolsas operam com perdas nesta segunda-feira (9), devido ao temor de que a prolongação da guerra no Oriente Médio gere um surto inflacionário.
Economia
Os ministros das Finanças do G7 estão "prontos" para usar as reservas estratégicas de petróleo para mitigar a alta dos preços do petróleo derivada da guerra no Oriente Médio, mas "ainda não", anunciou o governo francês.
Esportes
O eclosão da guerra no Oriente Médio, uma semana antes do início da temporada no Grande Prêmio da Austrália, obrigou a Fórmula 1 a reagir rapidamente para permitir que funcionários e equipamentos chegassem a Melbourne a tempo, missão que foi cumprida com êxito.
Política
A Ucrânia anunciou o envio de especialistas militares ao Oriente Médio para ajudar os países do Golfo a repelir ataques de drones iranianos, um contexto que o exército ucraniano conhece bem.
Política
Ex-guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) reafirmaram nesta segunda-feira (9) seu "compromisso inabalável" com o acordo de paz de 2016, depois de desaparecerem como partido ao obter um fraco resultado nas eleições legislativas na Colômbia.
Cultura
Vinte e cinco anos após ganhar seu primeiro Oscar, Benicio del Toro volta a competir com seu personagem em "Uma Batalha Após A Outra": um treinador de karatê que, nas horas vagas, ajuda imigrantes e com quem o ator afirma se identificar.
Esportes
O ex-jogador e ídolo do Barcelona Xavi Hernández afirmou em uma entrevista ao jornal La Vanguardia que o presidente do clube catalão, Joan Laporta, vetou o retorno do astro argentino Lionel Messi em 2023 para evitar uma disputa de poder.
Política
Sistemas de defesa da Otan interceptaram no espaço aéreo da Turquia um míssil balístico disparado do Irã, no segundo incidente do tipo em cinco dias, informou nesta segunda-feira (9) o Ministério da Defesa da Turquia.
Avenida
O governo da Bélgica denunciou um "ato antissemita abjeto" e "um ataque contra nossos valores" após uma explosão, na madrugada desta segunda-feira (9), diante de uma sinagoga em Liege, no leste do país.
Política
Eleito neste domingo (8) para assumir o comando do Irã e suceder ao seu pai na função de líder supremo, Mojtaba Khamenei é considerado uma das personalidades mais influentes daquele país.
Cultura
Paul Thomas Anderson, diretor de "Uma Batalha Após a Outra", e seu gerente de locações visitavam áreas externas no deserto quando se depararam com uma estrada singular que, com subidas e descidas dramáticas, avançava como uma serpente de asfalto.
Política
O fluxo global de armas cresceu quase 10% nos últimos cinco anos, impulsionado pela Europa, que triplicou suas importações, segundo um relatório publicado nesta segunda-feira (9).
Política
Os preços do petróleo dispararam nesta segunda-feira (9) com a guerra no Oriente Médio e nomeação de Mojtaba Khamenei como novo líder do Irã, em sucessão ao pai, que morreu no primeiro dia de ataques dos Estados Unidos e de Israel à República Islâmica.
Avenida
Com modelos de cabelos grisalhos, "sexagenárias" nas primeiras filas e a busca por consumidoras maduras, as mulheres acima dos 50 anos estão ganhando visibilidade na moda.
Política
As Bolsas desabaram nesta segunda-feira (9) e os preços do petróleo dispararam 30%, se aproximando de 120 dólares por barril, diante dos temores provocados pela guerra no Oriente Médio, que entra em sua segunda semana sem qualquer sinal de trégua.
Política
Taiwan não detectou a presença de nenhum avião militar chinês ao redor da ilha em nove dos últimos 10 dias, o que gerou dúvidas entre analistas sobre os motivos da redução da mobilização das forças de Pequim.
Política
A esquerda do presidente Gustavo Petro aparece como uma das forças dominantes do Congresso da Colômbia em uma disputa acirrada com a direita, que deve marcar o ritmo das campanhas até as eleições presidenciais de 31 de maio.
Esportes
O brasileiro João Fonseca conquistou no domingo uma das vitórias mais importantes de sua carreira ao derrotar com facilidade o americano Tommy Paul por 2-0, com parciais de 6-2 e 6-3, pela terceira rodada do Masters 1000 de Indian Wells.
Política
Dezenas de milhares de pessoas se mobilizaram neste domingo (8) em todo o mundo para celebrar o Dia Internacional da Mulher, o 8-M, em manifestações que pediram igualdade e o fim da violência contra as mulheres, e expressaram oposição à guerra no Oriente Médio.
Política
O ex-presidente da Colômbia Andrés Pastrana negou neste domingo qualquer vínculo com os crimes sexuais de Jeffrey Epstein, após a publicação pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos de arquivos que citam seu nome em viagens com o financista.
O barril do WTI superou neste domingo os US$ 100, o que não acontecia desde julho de 2022, impulsionado pela guerra no Oriente Médio.
Esportes
O Milan venceu o 'Derby della Madonnina' contra a Inter de Milão por 1 a 0 neste domingo (8) e diminuiu a diferença para a arquirrival na luta pelo título do Campeonato Italiano.
Automóvel
Com o novo Genesis GV60 Magma, surge um modelo que significa muito mais para a marca do que apenas mais uma variante particularmente potente de um carro elétrico já existente. O carro representa uma mudança estratégica de direção. A Genesis não quer mais se definir apenas pelo design, qualidade dos materiais e luxo silencioso, mas também por uma forma própria e credível de alto desempenho. É exatamente por isso que o GV60 Magma é tão importante: ele não é apenas mais um derivado desportivo, mas o primeiro veículo de série do novo mundo Magma – e, portanto, a prova concreta de que uma ideia agora se tornou um produto real.O momento foi bem escolhido. O GV60 normal foi recentemente melhorado em termos técnicos e visuais, a marca reforçou visivelmente a sua competência em matéria de veículos elétricos e, ao mesmo tempo, cresce a pressão no segmento premium para ligar mais estreitamente o desempenho, a digitalização e o caráter da marca. Atualmente, muitos fabricantes conseguem construir carros elétricos de aceleração rápida. A verdadeira questão já não é apenas a potência que um veículo oferece, mas como essa potência é apresentada, dosada e traduzida numa imagem global credível. É precisamente neste ponto que a Genesis tenta marcar a sua própria diferença com o GV60 Magma.À primeira vista, fica claro que o Magma não é apenas um GV60 com um visual mais apelativo. O carro parece mais largo, mais baixo e significativamente mais tenso. As proporções parecem mais compactas, a carroçaria assenta melhor na estrada, os acessórios não são meramente decorativos, mas sim concebidos para proporcionar aerodinâmica, refrigeração e estabilidade a alta velocidade. A parte dianteira, os pára-choques laterais, o spoiler traseiro e a condução do ar seguem visivelmente uma lógica funcional. A isso juntam-se jantes forjadas de 21 polegadas, pneus largos e uma aparência geral que aposta menos na agressividade ostensiva e mais na presença controlada. É precisamente aí que reside uma das características mais interessantes deste veículo: a Genesis tenta definir a desportividade não através do exagero visual, mas sim através da tensão, da postura e da credibilidade técnica.Também em termos de propulsão, o GV60 Magma dá um passo claro além da oferta anterior do GV60. Dois motores elétricos e tração integral formam a base técnica. Normalmente, já está disponível um nível de desempenho muito alto, mas no modo Boost, o desempenho do sistema aumenta significativamente. A Genesis posiciona assim o Magma no topo da sua gama de modelos elétricos. A isso acrescenta-se uma velocidade máxima que se destaca nesta classe, bem como um valor de 0 a 200 km/h que mostra inequivocamente que não se trata apenas da habitual aceleração elétrica a partir da posição parada, mas de um desempenho real também para além dos primeiros metros. Essa é precisamente uma diferença importante: muitos carros elétricos parecem espetaculares no início, mas perdem a intensidade à medida que a velocidade aumenta. O GV60 Magma pretende preencher exatamente essa lacuna.É notável que, apesar do seu foco no desempenho, a Genesis não apresente o carro como uma máquina de corrida intransigente. Em vez disso, o foco está numa síntese de potência, controlo e conforto premium. A bateria é generosa, com 84 kWh, a capacidade de carregamento rápido permanece elevada e a autonomia oficial também mostra que o veículo não sacrifica a sua utilização diária em prol do mero efeito. O GV60 Magma não pretende apenas impressionar, mas também permanecer utilizável. Isso é decisivo para o seu futuro papel no mercado.Um modelo como este deve hoje satisfazer duas expectativas simultaneamente: deve ser emocionalmente estimulante, mas ao mesmo tempo não deve ser cansativo no uso diário. É precisamente este equilíbrio que a Genesis transforma na sua mensagem central.Uma olhadela por baixo da superfície mostra que o Magma não é um exercício de show car. O chassis, a geometria e o centro de rolagem foram especificamente revistos, além de sistemas de amortecimento eletrónicos, estratégias de controlo especiais e um sistema de travagem adaptado ao nível de desempenho elevado. Igualmente importante é o controlo da temperatura do sistema de baterias. Quem leva a sério os carros elétricos de alto desempenho sabe que os valores máximos por si só pouco significam se a gestão térmica, a reprodutibilidade e a estabilidade não acompanharem. A Genesis aborda exatamente esses pontos com o seu próprio sistema de controlo de bateria de alto desempenho. Isso é uma indicação de que o GV60 Magma não foi concebido apenas para manobras de aceleração espetaculares isoladas, mas também para um desempenho repetível sob carga.O interior é particularmente interessante, porque é aí que se concentra a verdadeira filosofia do veículo. A Genesis não renuncia ao luxo – pelo contrário. Superfícies de alta qualidade, um efeito espacial deliberadamente tranquilo, bancos especiais, combinações de materiais exclusivas e o cuidado com os detalhes típico da marca são mantidos. Ao mesmo tempo, uma nova lógica de operação mais orientada para o desempenho faz a sua entrada. Um modo Magma especial altera a apresentação dos instrumentos, dados importantes de condução passam para o primeiro plano e o head-up display concentra-se mais nas informações relevantes para a condução. A isso se somam impulsos de mudança virtuais, mundos sonoros específicos, Launch Control, função Drift e vários programas de condução que visam alterar sensivelmente o caráter do veículo. Isso é interessante do ponto de vista tecnológico e cultural, porque a Genesis reúne aqui dois mundos: a ideia clássica premium de tranquilidade e soberania, por um lado, e a experiência de desempenho assistida digitalmente, reinventada na era elétrica, por outro.É precisamente esta mistura que deve diferenciar o GV60 Magma dos outros carros elétricos de alta performance no mercado. Enquanto alguns concorrentes colocam em primeiro plano a dureza máxima, a comunicação agressiva e a dinâmica de condução mais espetacular possível, a Genesis aposta claramente numa interpretação mais sofisticada. O condutor deve sentir-se rápido, mas não oprimido. O carro deve tornar as reservas percetíveis, sem declarar constantemente o quão sério é. Esta abordagem está longe de ser irrelevante. Pode tornar-se a verdadeira identidade do modelo – e, a longo prazo, o cartão de visita de toda a família Magma.O programa de desenvolvimento também demonstra a seriedade com que a Genesis encara esta ambição. O GV60 Magma não ficou confinado ao espaço protegido de um estudo de design, mas foi submetido a um amplo programa de testes. Testes de inverno, calor, altitude, estradas reais, pistas de corrida e trabalho de precisão no mercado interno – tudo isso faz parte da preparação. Além disso, há a demonstração pública antecipada do veículo conceito em Goodwood, onde o Magma já ganhou atenção como um projeto de desempenho sério antes mesmo do início da produção em série. Isso é importante para a percepção da marca. A Genesis apresenta o alto desempenho não como algo acrescentado posteriormente, mas como algo desenvolvido sistematicamente.Além disso, é emocionante o que o GV60 Magma anuncia para os próximos anos. A ideia do Magma é maior do que este único carro. A Genesis entende-a como um programa de longo prazo e um campo de experimentação para futuros modelos de desempenho. O GV60 é um ponto de partida lógico para isso: é compacto o suficiente para ser ágil, moderno o suficiente para uma interpretação de desempenho consistentemente digital e emocional o suficiente para trazer uma nova substância à marca. Nesse sentido, o GV60 Magma é um veículo de série – e, ao mesmo tempo, um manifesto. Ele mostra como a Genesis quer ver o seu futuro: elétrico, rápido, luxuoso e tecnicamente independente.
Economia
Os clérigos governantes do Irã nomearam neste domingo Mojtaba Khamenei, filho do falecido Ali Khamenei, como novo líder supremo do país, desafiando as ameaças de Estados Unidos e Israel de não aceitar o novo nome.
Política
Eleito neste domingo para assumir o comando do Irã e suceder ao seu pai na função de líder supremo, Mojtaba Khamenei é considerado uma das personalidades mais influentes daquele país.
Automóvel
A Alemanha volta a debater com crescente veemência uma questão que há muito deixou de ser apenas um tema relacionado com o trânsito: os radares de velocidade tornaram-se, na verdade, um conveniente instrumento de financiamento para cidades e municípios com dificuldades financeiras, ou são um meio necessário para proteger vidas nas estradas alemãs? A indignação de muitos condutores não é por acaso. Quem vê que os municípios arrecadam milhões com multas por excesso de velocidade e avanço do semáforo vermelho, enquanto, ao mesmo tempo, em outros lugares se reclama de restrições orçamentárias, déficits e buracos no orçamento, rapidamente fica com a impressão de que aqui não se trata apenas de fiscalização, mas, acima de tudo, de arrecadação. É precisamente essa suspeita que tem alimentado o debate nos últimos meses.Na verdade, os montantes falam por si. Numa avaliação recente das grandes cidades alemãs, vários municípios voltaram a obter receitas na ordem dos milhões através da fiscalização do trânsito. É particularmente notável que não sejam apenas alguns casos isolados a registar montantes elevados, mas que em muitas cidades se tenha estabelecido um nível de receitas lucrativo e duradouro. Isso é politicamente delicado, porque, embora as multas sejam justificadas por motivos regulamentares, na percepção de muitos cidadãos elas há muito funcionam como um elemento fixo do planeamento financeiro municipal. A desconfiança cresce ainda mais onde as cidades gostam de referir-se à segurança, mas ao mesmo tempo não mostram uma separação clara entre prevenção e efeito financeiro.Hamburgo é um exemplo típico dessa tensão. Os números atualmente disponíveis mostram a dimensão que a fiscalização do trânsito atingiu. Só em 2024, a fiscalização fixa e móvel da velocidade rendeu quase 47 milhões de euros aos cofres públicos. A maior parte, de longe, veio de controlos móveis, enquanto os equipamentos fixos renderam muito menos, mas ainda assim somaram dezenas de milhões. A isso acrescentaram-se as receitas provenientes da monitorização fixa dos semáforos. Mesmo no ano seguinte, a cidade manteve um nível muito elevado: só as infrações de velocidade voltaram a render mais de 40 milhões de euros. Quem lê estes números compreende imediatamente por que razão o termo «exploração» já não é, para muitas pessoas, um exagero polémico, mas sim uma constatação sentida.Há ainda um segundo ponto que agrava as críticas: em muitas cidades, essas receitas não são destinadas à segurança rodoviária, mas sim ao orçamento geral. Isso não é surpreendente do ponto de vista jurídico, mas é politicamente explosivo. Pois quem espera que o dinheiro arrecadado com os radares seja automaticamente investido em caminhos escolares seguros, reformas de cruzamentos, melhor iluminação, ciclovias ou proteção contra acidentes, muitas vezes se engana. Para os cidadãos, isso cria uma imagem fatal: o município mede, cobra e contabiliza, mas muitas vezes não fica claro se as receitas são visivelmente revertidas para os pontos perigosos do trânsito. Quando falta transparência, cresce a suspeita de que um instrumento de segurança legítimo se transformou gradualmente num modelo de negócio fiscal.A situação torna-se particularmente explosiva quando o efeito financeiro secundário já não é apenas tácito, mas surge abertamente nos debates sobre consolidação. Um caso recente em Halle an der Saale ilustra exatamente este problema. Lá, o conceito de consolidação orçamental prevê receitas adicionais provenientes da monitorização do trânsito. Já no ano anterior, as receitas na região chegaram a milhões, e agora devem ser acrescidas de novos montantes. Ao mesmo tempo, oficialmente, enfatiza-se que o objetivo principal continua sendo a segurança no trânsito. É justamente essa mensagem ambígua que está no cerne do problema: assim que uma cidade promete mais segurança, por um lado, mas, por outro, espera abertamente receitas mais elevadas, cada novo sistema de medição se torna um tema político explosivo.
Automóvel
O mercado alemão de carros elétricos volta a dar sinais de vida. Após o abalo causado pela interrupção abrupta dos subsídios no final de 2023, as novas matrículas voltaram a aumentar significativamente. À primeira vista, isso parece ser o regresso tardio da recuperação. No entanto, uma análise mais aprofundada revela um quadro muito mais complexo: o apoio estatal volta a ser de milhares de milhões, a expansão da infraestrutura de carregamento avança, as vantagens fiscais permanecem – e, no entanto, muitos compradores, especialmente no mercado privado, continuam a reagir com notável cautela.Isso torna os números atuais tão contraditórios. Os carros elétricos puros voltam a crescer nas novas matrículas, mas não se pode falar de uma onda de compras generalizada. O mercado está a crescer, mas não com a força que seria de esperar após anos de priorização política, novos incentivos à compra e programas de infraestrutura que envolvem milhares de milhões de euros. É precisamente aí que reside o problema central da mobilidade elétrica alemã: está a avançar, mas ainda não convence de forma generalizada.É verdade que, recentemente, voltou a haver um aumento significativo de matrículas de veículos elétricos a bateria. Também no ano de 2025, a Alemanha voltou a mostrar-se um importante motor de crescimento na Europa. Ao mesmo tempo, a percentagem de carros elétricos puros em todos os novos registos permanece num nível que parece mais uma estabilização do que uma ruptura. É também notável que o mercado global cresça apenas moderadamente e que o setor comercial continue a dominar o negócio de carros novos. Nos casos em que os carros de serviço, veículos de frota e carros de empresa com benefícios fiscais são fortes, os números parecem muitas vezes mais dinâmicos do que a procura privada realmente é.É exatamente por isso que os observadores do setor estão agora menos atentos ao número puro de novas matrículas e mais à questão de quem realmente está a comprar. E aqui a situação é significativamente mais sóbria. No âmbito privado, a reticência continua a ser grande. Muitas famílias adiam a mudança, conduzem os seus veículos a combustão por mais tempo ou optam novamente por gasolina, diesel ou híbrido no próximo veículo. A aceitação em massa no mercado quotidiano ainda não foi alcançada.